última parte: sugestões pedagógicas: Capitão Juca
5) O Regina era um simples barco de papel... Pode-se propor a feitura em dobradura de barcos de papel, para que cada criança colorisse e decorasse a seu modo, colando-o num cenário que pode ser coletivo ou folha individual. Seria interessante deixar que as crianças brincassem com seus barquinhos, criando histórias e aventuras próprias, vivenciando o prazer do brincar. 6) Júlio divertia-se no banho, para depois jantar... _Pode-se propor uma discussão educativa e formativa sobre os hábitos de higiene e sua relação com a saúde das pessoas: lavar as mãos, tomar banho, escovar os dentes, cortar as unhas, limpeza das roupas, entre outras atitudes devem fazer parte de uma campanha por hábitos saudáveis. A Alimentação correta pode dar sequência a esse projeto. _Seria interessante se as crianças pudessem construir uma cartilha sobre higiene e saúde que seria levada para suas casas. _Poderia ser proposta a escultura em sabonetes, e estes seriam entregues às famílias junto com as cartilhas. _Outra proposta interessante seria discutir as relações entre ambiente e saúde: saneamento básico, tratamento de esgoto, cuidados com a água, o destino do lixo que sai de nossas casas, atitudes individuais de cuidados com o lixo que produzimos, entre outras questões podem ser a base de um projeto de pesquisa, cujos conteúdos podem se converter em cartazes, em manuais ilustrados elaborados pelas crianças, ou ainda num grande painel construído com pintura tridimensional, em que embalagens pudessem ser coladas e convertidas em elementos do cenário, numa bela proposta de arte-educação. Pode-se preparar uma mostra cultural para a comunidade escolar, em que uma maquete construída com sucatas pudesse mostrar as questões estudadas: tratamento do esgoto, reciclagem e coleta seletiva, atitudes individuais de cuidados com o lixo , etc. _Dramatizações-relâmpago também seriam apropriadas para conscientizar os visitantes sobre os temas discutidos. 7) A água descia ralo abaixo... Seria interessante explorar os vários usos da água em nossas necessidades diárias: ü Na higiene pessoal ü No preparo de alimentos ü Para matar a sede ü No ciclo da vida ü No ciclo da chuva Outra abordagem interessante seria estudar meios de se fazer uso racional da água, recurso natural que poderá se esgotar. A pesquisa poderia culminar com feitura de cartazes em campanha pelo uso racional da água. 8) A banheira, para o menino , era o oceano... Pode-se propor um estudo que tenha o mar como tema principal: ü O mar : espaço para navegar ü O mar: fonte de alimento ü O mar : fonte de água dessanilizada ü O mar: inspiração de poetas ü O mar : inspiração de artistas ü O mar :nas letras das músicas ü O mar: enredo de filmes ü O mar: nas férias da família O estudo pode ter o formato de míni seminário, ou ser compilado no formato de um almanaque, ou de revista periódica, que poderá circular num evento como feira cultural, tendo uma versão digital exibida em tela de computador. Pode-se convidar a comunidade para vivenciar sensações que o mar desperta: telas com pinturas das crianças em que o mar seja o tema, poesias, esculturas em massinha, maquetes de usinas de dessanilização, sons do mar para serem ouvidos, apresentações de músicas com esse tema, etc... 9) O Baú do Infinito... Como seria o seu? O que para você deveria “não ter fim”? Após discutir essas e outras questões sobre o que é infinito, o que poderia ser infinito, o que de fato tem valor para cada um, deixar que cada criança, numa caixa de sapatos, confeccione o seu baú do infinito, fazendo uso de materiais diversos: sucata, brinquedos, tecidos, papeis, etc. Que cada baú possa contar um pouco da história de vida de cada criança. Os baús poderão ser expostos para a comunidade, em dia de visitação à escola. 10) Conversa com a autora Pode-se convidar a autora para um bate papo, ou enviar questões para um bate-papo “virtual” sobre a obra ou sobre assuntos de interesse da comunidade educativa. Elas terão o cuidado de gravar repostas e opiniões em DVD para enviar para sua escola: Renata Adrião D´Angelo mrenataadriao@uol.com.br
Escrito por renata adriao d angelo às 20h37
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Parte 2 : Capitão Juca: sugestões pedagógicas
2) A voz de Melina era uma ameaça...era preciso ter cuidado... Após conversa sobre os perigos que Juca enfrentava e o medo que tinha de sereias, pode-se propor a discussão sobre os medos que temos: · O professor pode fazer uma listagem dos medos levantados pela turma, depois pedir que façam dramatizações em grupos, seguidas de produções escritas de textos, em que esses medos sejam ilustrados. As histórias podem ser compiladas em um “livro da turma”, com direito a sarau na comunidade, com leituras e representações das histórias. 3) Cada um tem o seu jeito... O texto evidencia algumas características bem claras de cada personagem. Pode -se propor que as crianças escrevam e desenhem como era cada uma delas, e o que as tornava divertida, especial, diferente. A partir deste trabalho, pode-se propor uma atividade de observação dos colegas: em duplas, cada um deverá contar ao outro algumas características de seu jeito de ser, em seguida, em plenário, as crianças serão convidadas a contar o que descobriu sobre seu colega, num interessante exercício de convivência e de valorização do outro. · Max enjoava e era muito leal; Juca era atrapalhado e esquecido; Melina encantava com a voz e era muito tagarela. Seria interessante criar outras histórias com essas personagens (com todas ou apenas uma delas), no formato de três quadrinhos: começo, meio e fim, ou como for mais adequado ao nível da turma. 4) O pensamento tem poder... O pensamento permitiu que o Regina voasse com seus tripulantes. · Pode-se propor que as crianças imaginem para onde iriam se pudessem voar: cada crianças desenharia esse lugar e apresentaria oralmente sua ideia à turma. · Uma variação poderia ser que a turma escolhesse destinos para onde iriam se pudessem voar e fizessem uma coleta de dados com direito a ficha técnica desse lugar, pontos turísticos, imagens, costumes, etc. O resultado poderia ser apresentado à classe no formato de míni-seminário. · Um grande mural com balões de pensamento poderia ser composto com desenhos das crianças em que expressariam mudanças que fariam em suas vidas, no mundo, na natureza se tivessem “ o poder do pensamento”. · Pode-se propor uma coleta de “ bons pensamentos” junto a turma, com ajuda da família, para serem escritas em faixas e cartazes que se espalhariam pela escola numa grande campanha “ pelos bons pensamentos”.
Escrito por renata adriao d angelo às 20h36
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sugestões pedagógicas: Capitão Juca 1a parte
Sugestões Pedagógicas 1º a 5º ano do Ensino Fundamental Sobre a história; O livro conta a divertida história do Capitão Juca que, junto de seu imediato Max, aventura-se pelos mares, na busca do Baú do Infinito que ele mal sabe o que significa. O sucesso da aventura fica ameaçado quando a sereia Melina toma conhecimento do mapa, enquanto o navio Regina começa a se desfazer... E como tudo termina? Como sempre começam as melhores aventuras de uma criança: numa caixa de brinquedos... O livro propõe o resgate do valor da brincadeira como fonte inesgotável de criatividade, qualidade indispensável na formação do ser humano que se pretende que seja feliz e encorajado ao enfrentamento das mais diversas situações que a vida apresenta. Sobre os temas Alguns dos temas abordados na obra: · A criatividade · O pensamento como instrumento de intervenção na própria história · O valor do brincar · A amizade · O enfrentamento diante de adversidades · A rotina em família · A higiene pessoal e a saúde · Os medos de todos · A água como elemento indispensável para a saúde e a vida Sugestões de atividades para leitores de 6 a 9 anos: 1) Juca tentava se lembrar do restante do mapa que havia se apagado, mas sua memória não ajudava... -Após conversa sobre situações em que mapas sejam utilizados pelas pessoas, podem-se propor as atividades que seguem: · O desenho de mapas de trechos percorridos entre determinados espaços da escola, do trajeto de casa até a escola, ou mesmo de algum lugar imaginado a outro, num divertido exercício de criatividade. Vale ilustrar os mapas com recortes e colagens, desenhos, adesivos, etc. · Os mapas ilustrados podem virar uma bela exposição, com direito a construção de maquetes feitas de sucatas a partir dos mapas desenhados.
Escrito por renata adriao d angelo às 20h35
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Capitão Juca em busca do baú do infinito
Eu tinha que escrever uma história de piratas... Sempre me deixei viajar nas ondas dessas histórias de aventura cujos heróis surpreendem pelo tom debochado, pelo descuido da imagem...é uma inversão necessária que diverte enquanto desacomoda! 
Escrito por renata adriao d angelo às 11h27
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PENSAR E EDUCAR PARA O PENSAR: EIS UMA IMPORTANTE TAREFA DA ESCOLA...
A importância do conceito no discurso filosófico por Renata Adrião D´Angelo Afinal, o que é a Filosofia? O que é filosofar? Essas questões devem ser a base motora do educador que ensina filosofia, afinal é preciso saber onde se está para se planejar onde se quer chegar. Se a Filosofia é a área do conhecimento que cria e descreve conceitos, é imperioso que se busque entender as relações entre pensamento, linguagem e construção de conceitos para o ensino da filosofia. Para Sócrates, a construção de conceitos era uma experiência particular advinda de perguntas que provocavam outras perguntas, gestando significados e respostas imanentes que, uma vez trazidos à verbalização pela maiêutica, atingiam o status de conceito, matriz de novas perguntas. Esse processo de imanência, também entendido como pré-filosófico antecede a construção do conceito e, arrisco dizer, é o primeiro e principal campo de atuação do professor de filosofia, visto que instrumentaliza o aluno para a prática do pensamento questionador, reflexivo, metacognitivo, pensando sobre o pensar, na busca de “bem pensar” sobre as questões que se lhe apresentam. De posse dessa habilidade, é possível ao aluno praticar verdadeiramente a filosofia, que tem por principal característica a criatividade, o poder criativo que permite construir conceitos. Diferindo-se da ciência, que busca descrever funções de um fato e/ou fenômeno, a filosofia busca conceituar, em resposta a indagações de cunho profundo, inquietante, pulsante e essencial à vida como indivíduo que pertence a dado grupo social em dado contexto sócio-histórico-cultural. Vivemos um tempo de muitos novos paradigmas em que as questões, se não mais profundas, são sempre mais diversificadas e sazonais. È nesse sentido que se torna tão importante a prática da filosofia e a busca de conceitos éticos e perenes, que consolidem a formação cidadã de nossos alunos, prática esta que só se efetiva na sala de aula em que se confrontem professores questionadores e alunos críticos, ambos na busca crescente do uso da linguagem como suporte sempre mais elucidativo para o pensamento, e este como tradução sempre inquieta e passível de reformulação de verdades que podem ser múltiplas, mas que contemplem uma base ética humanística, isto é, de valorização da condição humana essencial.
Escrito por renata adriao d angelo às 10h06
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M Renata Adrião D'Angelo
 Criar seu atalho
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 20h36
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sugestões pedagógica para o livro Saudades do que se foi...(continuação)
Parte 2: Janela para o céu , estrela-menina Após a exloração da leitura do poema em diferentes momentos: individual, em coro, em jogral, em versos espontâneos, pode-se explorar o poema sob os seguintes aspectos: 1- Laura estava sentindo saudades... Pode-se propor o recorte oral de todos os versos em que se perceba a saudade da menina, reconstrindo um novo poema só com eles. 2- Releitura gráfica Cada criança escolhe os trechos de que mais tenha gostado, relendo-os espontaneamente, para depois traduzi-los em linguagem gráfica. Pode-se montar um mural reunindo esses trabalhos. 3- Legendando as ilustrações O texto aparece delicadamente ilustrado. Pode-se sugerir que busquem no texto os versos que sirvam de legenda para cada ilustração. 4- Laura soprou seu segredo a uma estrela... Explorar o gesto da menina, propondo que as crianças falem sobre coisas que as fazem entristecer: o que teriam elas para contar para uma estrela? Pode-se organizar um grande mural com os “desabafos “da turma, que seriam afixados em uma grande estrela. 5- O poema fala sobre um carretel que “ata e desata sem fim”... Uma sugestão para explorar a ideia aí sugerida seria cada criança montar um varal com fotos e textos sobre sua própria família, onde houvesse espaço para se falar do passado e do presente, numa continuidade . Os “varais”seriam apresentados e expostos para a socialização dessas histórias de vida. 6- O colo da avó, já não teria mais não... Pode-se aproveitar a sugestão desse verso para se falar nas várias perdas que acontecem na vida, e nas mudanças que elas provocam: a distância, a mudança de escola, de cidade, ou até de país, separação dos pais, o próprio crescimento e tantos outros motivos que geram perdas e ganhos. Cada criança poderia apontar uma perda sofrida e a mudança mais significativa que isso gerou, sempre buscando promover a leitura encorajadora dessas mudanças. 7- Laura procurou o carinho daquelas mãos e encontrou em vários de seus pertences... _Há um pouco de nós em tudo que fazemos. Pode-se propor uma mostra de talentos, em que as crianças apresentem suas habilidades: nas artes, nos esportes, na literatura, etc. Cada criança pode ter seu momento de “hora da fala”, apresentando seu talento, e ensinando algo a seus colegas. _Uma variação desse tema seria propor um dia para que sejam trazidos objetos ( brinquedos, roupas, bonecas, enfeites, etc) que tenham sido feitos por alguém significativo na vida das crianças. Num primeiro momento, cada criança escreveria um texto relatando a importância desse objeto, da pessoa que o fez, ou ainda o momento em que o ganhou. Depois, esses textos seriam expostos junto com os objetos para uma socialização, no formato de uma míni-mostra. _ Outra sugestão seria o encontro com os avós, com direito a um lanche comunitário, e momento de compartilhar conhecimentos: os avós que se dispusessem, poderiam realizar uma míni-oficina, confeccionando algo que conheçam junto com as crianças, ou aprendendo com eles a fazer alguma atividade: sucata, massa de modelar, pintura, etc. 8- A ciranda da vida segue... Pode-se propor neste momento uma pesquisa sobre o ciclo da vida, em grupos, que culminaria em cartazes que seriam apresentados para a classe. 9- Contato com a autora: Uma conversa com autora pode ser combinada.
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 11h35
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Sugestões pedagógicas a partir do volume: Saudade: do que se foi, de quem se foi...
Parte 1 : Sorriso-perfume, cheiro de jasmim Após a exloração da leitura do poema em diferentes momentos: individual, em coro, em jogral, em versos espontâneos, pode-se explorar o poema sob os seguintes aspectos: 1- Saudade é o sentimento que temos quando trazemos um fato significativo de nossa história à lembrança... Proposta: quais são as nossas lembranças importantes: a) De lugares? b) De coisas? c) De pessoas? d) De músicas? e) De momentos? Após a elaboração individual de material, no formato de pequenos memoriais que incluam fotos, registros, bilhetes, pode-se propor uma exposição intitulada SAUDADE É REVIVER NOSSAS LEMBRANÇAS: cada criança expõe seus trabalhos, objetos, etc. 2- Releitura gráfica Pode-se propor a tradução das estrofes , ou de determinados trechos do poema em linguagem gráfica, fazendo uso de diferentes recursos: recorte-colagem, pintura, quadrinhos, grafismo, etc. O resultado pode se converter em uma exposição em painel. 3- Linha do tempo rimada: Pode-se propor que cada criança conte sua história, no formato de poema narrativo. Antes, entretanto, é preciso que listem os fatos que consideram importantes em suas hsitórias pessoais, de modo a construírem frases curtas, para depois combinarem esses fatos de maneira poética, livre e espontânea. Pode-se propor um sarau para a leitura e/ou declamação desses poemas, com direito à presença de familiares... 4- Dramatização: O poema lido pode ser convertido em texto narrativo, seguido de dramatização, recriando os espaços e os momentos vividos pela personagem Bia. 5- “ Bia tirou do cabelo uma fita que o adornava E fez um laço no galho do jasmineiro, que sussurrava Que suas história estariam para sempre atadas...” Pode -se propor a escolha de uma árvore na escola que seja testemunha dessa rica fase da vida das crianças. Junto a ela, a turma pode ter um momento para conversar sobre suas aspirações para o futuro e sobre como gostariam de encontrar aquela árvore, em metonímia da natureza, quando crescessem. Então, em gesto concreto e simbólico, cada criança escreveria uma atitude que poderia ter, para que esse futuro acontecesse. Sua atitude seria escrita em uma tira de papel que “atada”à árvore, selaria esse compromisso, como aquele entre Bia e o jasmineiro. 6- Boas lembranças dependem de nossas ações... Dentro do propósito de construir uma lembrança para o futuro que seja responsável e comprometida, pode-se promover um diálogo sobre a ação que temos hoje junto à natureza e junto às outras pessoas. Como gostaríamos que fossem essas relações? O que devemos e podemos fazer para que nossa história seja bela e justa? A professora faz a listagem dessas sugestões de atitudes. Em seguida, pode-se propor uma campanha, com cartazes espalhados pela escola, incentivando gestos responsáveis entre as pessoas e das pessoas com o meio-ambiente. 7- Decálogo da reponsabilidade: Em pequenos grupos , as crianças escreveriam uma ou duas atitudes que consideram urgentes para que a história que vivemos hoje, seja uma boa lembrança quando crescermos. Após leitura para a turma, 10 atitudes seriam selecionadas e copiadas em grande cartaz, recebendo a assinatura de todos. O mesmo conteúdo pode ser copiado para a comunidade, no formato de carta-aberta, para que todos possam se unir nesse compromisso pelo futuro. 8- Encontro com os familiares As crianças poderiam organizar um momento de partilha de histórias de seus familiares, trazendo , cada uma delas, um adulto de sua família para uma tarde de contação de histórias: os adultos relatariam “suas saudades” da infância, e responderiam às perguntas que as crianças quisessem fazer sobre o tema. O encontro poderia ter uma mesa de degustação em que os adultos trouxessem comidas, bebidas, doces, objetos e outros elementos a combinar, para que a artilha fosse também sensorial. Músicas também enriqueceriam esse encontro. 9- Escrevendo memórias... Sugerir o registro de memórias no formato de diário é um instrumento interessante para a prática da escrita, enquanto se promove o autoconhecimento. Os relatos podem ser ilustrados com fotos, com colagens, desenhos, etc. 10- Entrevista com a autora. Pode-se combinar uma visita da autora à escola, para uma entrevista.
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 11h22
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Sobre a COLEÇÃO COISAS QUE TODA GENTE SENTE
COLEÇÃO: COISAS QUE TODA GENTE SENTE Renata Adrião D’Angelo Poesia para criança A poesia é a linguagem da emoção: ela passa pelos nossos sentidos antes de chegar à razão. Aí está seu poder e sua urgência, pois frequentemente vemos, em nossa sociedade, os valores humanos subjugados, pelo adiamento em se retomar a verdadeira valoração dos princípios éticos universais, porque nós, adultos, temos pressa, absorvidos que estamos pela competição e pela luta por qualidade de vida, quase sempre confundida com status. Vivemos um tempo em que as relações interpessoais se “coisificam” e se “virtualizam”. Em meio a essas e tantas outras distorções, nossas crianças crescem diante de telas de computadores, criando mundos e amigos em realidade virtual, carentes de diálogo e de toque humanos, que lhes sensibilizem para a verdadeira transformação com a qual sonhamos: um mundo onde as pessoas sejam sensíveis o suficiente para ocuparem seu lugar, reconhecendo-se parte de um organismo maior, em que todos têm seu papel e sua importância. A poesia é certamente um dos caminhos que possibilita o contato de nossas crianças com seus sentimentos de maneira profunda, acariciando o coração e o pensamento de quem ainda tem todo o tempo para fazer a diferença... Sobre a coleção: A coleção Coisas que Toda Gente Sente reune poemas narrativos que recriam em suas temáticas situações delicadas de se vivenciar quando se é criança. Pela poesia é possível abordar com leveza e certa transparência questões como estas, entre outras : -a saudade; -a chegada de um irmão; -a perda de um parente querido; -o crescimento e as mudanças que provoca; -o medo; Cada título reúne dois poemas narrativos que falam de diferentes reações e sensações que um sentimento pode provocar em cada um de nós. Os títulos da coleção ( OUTROS VOLUMES VIRÃO...) 1-Saudade: do que se foi, de quem se foi... ( Inclui os poemas: Janela para o céu , estrela-menina e Sorriso-perfume, cheiro de jasmim) 2-Estranhamento: gente nova aqui, gente nova lá...( Inclui os poemas Lápis e papel, brincadeira de cordel e Novidade no jardim: boa ou ruim? )
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 11h22
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capa do novo livro, com lançamento na Bienal de São Paulo/2010

Escrito por Renata Adrião DAngelo às 11h18
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BIENAL DO LIVRO: SÃO PAULO 21 DE AGOSTO DE 2010
Estarei na Bienal De São Paulo dia 21 de agosto, às 16h , no estande da Editora Átomo, lançando: saudades:do que se foi...de quem se foi... pela poesia, falo sobre assuntos delicados de se abordar com as crianças: a morte, as mudanças que vêm com o crescimento, ao mesmo tempo em que procuro sensibilizar o pequeno leitor para o entendimento de que só se sente saudades daquilo que foi bom, que deixa boas lembranças...daí a importância de vivermos cada dia buscando deixar uma trilha de boas histórias, geradoras de saudades...e de sempre outras boas histórias... lançamento de livro de minha autoria: no estande da EDITORA ÁTOMO & ALÍNEA , DIA 21 DE
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 18h55
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Uma curta gravação da abertura do lançamento do livro BOLHA DE EMOÇÃO MEIA NA ÁGUA E SABÃO, EDITORA PAULINAS
http://www.youtube.com/watch?v=zB7D2v4Pynw&feature=player_embedded#
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 19h47
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a capa do livro cuja resenha segue abaixo...
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 19h38
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Resenha do livro infantil BOLHA DE EMOçÃO,MEIA NA ÁGUA E SABÃO
A boca da gente é danada. Muitas vezes se apressa em dizer o que não deve. E na hora da raiva, então? Há que se ter muito talento, coragem e até certo atrevimento para não sair ofendendo ou dizendo palavrão por aí. Renata Adrião trata de um assunto embaraçoso: a falta de boas maneiras... E o faz sem ares de autoridade em uma obra cheia de bolha de emoção e com meia na água e sabão.
"A boca é bicho atrevido Que nem sempre dá ouvido À voz que vem da razão."
Um garoto de temperamento explosivo resolve mudar seu comportamento. Mas não tinha muita saída. Já tinha sido avisado pelo amigo: ou mudava ou sairia da turma. Então, se fechou no quarto a fim de encontrar um jeito de conter seus ímpetos e achou uma solução: para evitar encrencas na rua e na escola, toda vez que sentisse necessidade de extravasar, ele abriria um pé de meia velha, que já chutou muita bola, e soltaria todas as suas emoções: gritos, broncas; afinal, o pé de meia ouve tudo sem escutar e toda "sujeira" que nele ficasse depois seria lavada com água e sabão.
Bolha de emoção, meia na água e sabão trata de assunto embaraçoso e difícil de se falar com a criança: o palavrão, a falta de boas maneiras... No entanto, Renata, de maneira cuidadosa, divertida e sensata penetra no universo infantil, sem ares de autoridade, para sugerir solução para esses momentos explosivos que, afinal, não afetam só as crianças. O artista plástico mineiro Hugo Ribeiro de Almeida foi acompanhando de perto as explosões do garoto até chegar à solução, uma solução que passou por traços delicados, pela poesia, pela emoção das bolhas que sobem leves e livres e por muita água e sabão.
"Bolha de emoção, meia na água e sabão"
Autora: Renata Adrião Ilustrador: Hugo Ribeiro de Almeida Editora Paulinas Coleção: Sabor Amizade - série Estação Criança Formato: 24,0 x 22,0 Páginas: 16 www.paulinas.org.br
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 19h35
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convite: lançamento de livro novo! Data: 15/10/2009 - Hora: 19:00 Local: FNAC Shopping Dom Pedro Campinas 
Categoria: Evento
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 20h58
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BRASIL, Sudeste, CAMPINAS, Mulher, de 36 a 45 anos, Portuguese, English, Livros, Arte e cultura
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