release menciona biografia de Vanderlei
EsportesMARATONINHA CAIXA CHEGA A CAMPINAS NESTE DOMINGOBrasilia, 27 de Maio de 2009O atleta Vanderlei Cordeiro será o padrinho da competição que tem o apoio da prefeitura A criançada de Campinas (SP) poderá participar neste domingo (31/05) do Circuito CAIXA de Maratoninha, maior competição de corrida infantil do país. Esta é a terceira vez que a cidade sedia uma etapa da corrida e deve receber cerca de 1.500 crianças de escolas públicas e particulares, além de integrantes de projetos sociais. O atleta Vanderlei Cordeiro de Lima será o padrinho da prova. A competição ocorre no Parque Ecológico, localizado na Rodovia Heitor Penteado, com início previsto para as 9 horas. Para participar do Circuito CAIXA de Maratoninha, as crianças precisam ter entre 6 e 12 anos. A competição também abre espaço para jovens com deficiência. A prova é realizada em um percurso de 300 metros, dividida em três categorias de acordo com a faixa etária dos pequenos: de 06 a 08 anos; entre 9 e 10 anos; e entre 11 e 12 anos. As inscrições poderão ser feitas até 29 de maio, na agência da CAIXA localizada na Avenida Francisco Glicério, 1480, centro, ou até que seja alcançado o número limite de inscrições. O valor da taxa é de R$ 10,00, mais um tênis usado em boas condições. Todos os participantes receberão um kit da competição (camiseta e boné) e medalhas. O prêmio para o vencedor de cada bateria será uma bicicleta. O objetivo da Maratoninha é promover a cidadania, estimular a prática do esporte, revelar novos talentos e promover a inclusão social de crianças e jovens de menor renda por meio do esporte. Heróis do Atletismo A Maratoninha conta sempre com um "hérói do atletismo", que vem para a abertura e ações na cidade antes da prova. Trata-se do “Programa Heróis Olímpicos”, desenvolvido pela Caixa Econômica Federal e pela Confederação Brasileira de Atletismo. O objetivo é criar oportunidades para que as novas gerações conheçam a história do atletismo, preservando a memória dos campeões, além de difundir a prática do esporte entre crianças e jovens. Vanderlei Cordeiro de Lima é o padrinho da etapa de Campinas. O atleta realizará várias atividades na sexta-feira (29/05) que antecede a prova, na cidade. Pela manhã, o atleta participa de debate e profere palestra para 400 estudantes universitários de Educação Física no auditório principal da PUC Campus I. O evento é aberto a estudantes de todas as faculdades da cidade. À tarde o medalhista conversa com um grupo de 150 crianças assistidas pela ONG Quero Quero e estudantes da Escola Estadual Alberto Medaljon, da Vila Brandina. Os atletas mirins da Orcamp, projeto que tem apoio de Vanderlei, também foram convidados. A dinâmica será realizada no Parque Ecológico, às 14h30, no galpão, antigo campo de bocha, próximo ao estacionamento 2. O ‘Heróis’ reúne ganhadores de medalhas olímpicas, como Joaquim Cruz, Robson Caetano, Claudinei Quirino, Nelson Prudêncio, Vanderlei Cordeiro, André Domingos, Edson Ribeiro, Arnaldo Oliveira, Claudio Roberto Souza. Currículo do atleta O destino reservou surpresas para Vanderlei Cordeiro de Lima. Em 1994, aos 25 anos, por exemplo, fez sua estréia na maratona e provocou um fato inusitado: entrou para correr apenas metade da prova, na cidade francesa de Reims, mas “sentia-se tão bem”, que resolveu continuar. Resultado: venceu a corrida. Uma década depois, foi o principal protagonista dos Jogos de Atenas, em 2004. E não foi por pouca coisa. Liderava a prova, com ampla vantagem, quando, na altura do km 37, foi derrubado por um manifestante irlandês. Apesar dos prejuízos físicos e emocionais, voltou à prova e ainda conquistou a medalha de bronze para o Brasil. Por sua atitude, tornou-se o terceiro nome da história a receber a Medalha Pierre de Coubertin, do Comitê Olímpico Internacional. Na volta ao Brasil, mereceu recepção de herói. Dividiu o palanque com o presidente Lula, após abrir o desfile da Independência, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, em 7 de setembro. Da Confederação Brasileira de Atletismo e dos patrocinadores recebeu os prêmios destinados aos campeões. Foi homenageado em vários países. O livro "A maratona de uma vida", escrito por Renata Adrião D’Angelo, retrata a saga do corredor nascido em Cruzeiro D’Oeste, no Paraná, em 11 de agosto de 1969. Disputou o PAN de 2007, no Rio de Janeiro, e no ano passado, aos 38 anos, deixou oficialmente as competições. Na festa dos 90 anos da Confederação Sul-Americana de Atletismo, em Manaus, ganhou a comenda “Gran Atleta”. Assim, o fundista, que começou no esporte no fim dos anos 80, levou sua carreira a alturas inimagináveis, para um filho de uma família de lavradores do interior paranaense. O primeiro resultado importante aconteceu já em 1988, quando foi o 8º nos 10.000 m, no Mundial Juvenil de Sudbury, no Canadá. Atleta versátil, conseguiu bons resultados em provas de pista e de rua. Em sua especialidade, a maratona, seu recorde pessoal é 2:08:31, obtido em 1998, em Tóquio. Também é seu o melhor resultado na distância alcançado em território nacional: 2:11:19, em 1992, em São Paulo. Treinado por Ricardo D’ Angelo desde 1994, conquistou o bicampeonato pan-americano da maratona, em Winnipeg (1999) e Santo Domingo (2003). Ganhou prata no Mundial de Ekiden, em Copenhague (1996), e bronze na Copa do Mundo de Maratona, em Atenas (1997). Agora, aos 39 anos, casado e com duas filhas, promete continuar no atletismo, desenvolvendo trabalhos no Instituto que leva seu nome e que tem sede em Campinas. Integra a Comissão de Atletas da CBAt, eleito pela Assembléia Geral, e o Programa Heróis Olímpicos, mantido pela Confederação, com patrocínio da Caixa Econômica Federal. SERVIÇO: Circuito CAIXA de Maratoninha Dia: 31 de Maio – domingo Horário: 09 horas (pede-se que a criança participante chegue às 8h) Local: Estacionamento do Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim, na Rodovia Heitor Penteado Assessoria de Imprensa da CAIXA - Regional Campinas Tel.: (19) 3343-4001
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 10h28
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deu no jornal Correio Popular (Campinas)
Criança Livros trazem mensagens filosóficas / LITERATURA / Novidade Michele Médola DA AGÊNCIA ANHANGÜERA michele@rac.com.br
Depois de ouvir histórias de formiguinha, aranha, cigarra, entre outros bichinhos, a joaninha ficou chateada. Achou que era desprezada e que ninguém dava bola para uma joaninha. Se dessem, haveria uma história de joaninha, como há para os outros bichinhos. Foi então que ela decidiu ser outro bicho e tentou se passar por uma formiga. Começou a observá-las e quis trabalhar como elas. Mas, por mais que tentasse, não tinha jeito. Afinal, uma joaninha é uma joaninha. E com o tempo e a ajuda de sua amiga borboleta, ela percebeu que não precisava ser diferente para ter sua utilidade e seu valor.
Toda essa saga é retratada no livro Uma História de Joaninha, da escritora Renata Adrião D’Angelo, recém-lançado pela editora Átomo, junto de outro título da autora, o Peixe Fora D’Água.
Nessa história, Cléo é um peixe de aquário que se descobre no mar. Como e por que ele foi parar no mar? Nem ele sabe. Mas o seu novo amigo, Badá, vai ajudá-lo a desvendar esse mistério. Enquanto isso, os dois brincam e se divertem bastante nesse maravilhoso ambiente do fundo do mar.
Em ambas as histórias, literatura e filosofia se unem para que as crianças tenham oportunidade de fazerem perguntas a si mesmas e conversar sobre a vida. A narrativa, com ilustrações de Adriana D’Agostino, encanta a todos.
“Em todos eles, os personagens estão incomodados com algo e precisam resolver. É dessa forma que as crianças questionam os porquês, os sentimentos”, comenta Renata. Com esses temas, a escritora espera que as crianças experimentem sensações, tendo como valores principais a amizade e a identidade de cada um.
Uma História de Joaninha tem 31 páginas e sai por R$ 18,00 e Peixe Fora D’Água, tem 47 páginas e custa R$ 23,00.
A autora
A escritora Renata Adrião D’Angelo nasceu em São Paulo, mas mora em Campinas há 10 anos. Ela foi convidada pelo filósofo Francisco Evangelista para escrever obras infantis relacionadas à filosofia, mas com conteúdo literário.
Os títulos fazem parte do projeto Histórias que Rendem Boas Conversas, que dá nome à coleção, a ser aplicado nas escolas com crianças entre 6 e 10 anos. Ainda este ano, chegam mais três livros: O Menino e o Dragão, Tem Mesmo uma Bruxa Dentro de Mim? E Como Formigas Caminhando Numa Trilha. >
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 10h22
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Saiu na imprensa carioca...
Segunda-Feira, 20 de Abril de 2009 | Esporte em palavras | | | | | | | | Literatura esportiva é uma opção para saciar a curiosidade sobre modalidades e atletas | | | | | | | Por Patricia Pacheco patriciapacheco@oestadorj.com.br
Transportar para os livros a emoção de uma modalidade e dar ao leitor a chance de conhecer detalhes da história e das conquistas de um time ou atleta são desafios dos autores de publicações esportivas. Resultados de anos de pesquisa e dedicação, os livros podem ser de grande auxílio para que crianças e jovens se interessem por um esporte e admirem a trajetória de um ídolo consagrado.
O gênero esportivo brasileiro possui títulos de importância cultural, seja ao falar de modalidades olímpicas ou de futebol, como “O Negro no Futebol Brasileiro”, do jornalista e escritor Mário Filho, cujo nome batizou o estádio do Maracanã. A obra analisa a presença de jogadores negros nos clubes cariocas em uma época de profundos preconceitos. Embora o futebol tenha a preferência do público e um acervo mais amplo, os esportes amadores ganham cada vez mais espaço e publicações nas livrarias.
Com o objetivo de atrair novos leitores, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) firmou uma parceria com a editora Casa da Palavra e criou em 2005 o Selo COB Cultural. Desde então, foram lançados livros para o público infanto-juvenil e adulto esmiuçando modalidades (coleção “O que é”), contando a biografia de atletas e apresentando curiosidades sobre os Jogos Olímpicos.
Segundo a diretora do Departamento Cultural do COB, Christiane Paquelet, a idéia surgiu em função de uma carência de livros em português em áreas como o Marketing Esportivo e Medicina específica de cada esporte, que terá uma coleção - ainda sem nome definido - em breve. “O selo busca dar opções para diversos segmentos, mas as crianças e os jovens são prioridades, pois são os grandes entusiastas da prática esportiva”, disse Paqualet.
A professora e escritora Renata Adrião D’Angelo foi a responsável pela biografia do maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima, medalha de bronze em Atenas 2004, intitulada “A Maratona de uma Vida”. Com suporte financeiro e de divulgação do COB Cultural, o livro mostra a trajetória do paranaense desde a infância difícil até a consagração da carreira. Casada com o treinador de Vanderlei, Ricardo D’Angelo, Renata afirmou que a proximidade com o atleta, extremamente tímido, possibilitou a inclusão de passagens que mostram as barreiras superadas por ele com a ajuda do esporte.
Com vários livros infantis publicados, a escritora não considerou difícil a transição para as biografias. “Foi muito bom, pois a sensibilidade que é indispensável no texto infantil foi o ‘tempero’ que acredito ter dado certo diferencial a essa linda história de vida”, comentou. A experiência foi tão positiva que Renata pretende repeti-la e já tem alguém em mente. “Quem sabe a (saltadora e medalha de ouro no Pan-Americano do Rio de Janeiro de 2007) Fabiana Murer? É só um desejo, mas pretendo conversar com ela sobre isso”, antecipou a escritora.
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Escrito por Renata Adrião DAngelo às 10h22
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Mais uma clipagem...
SELO COB CULTURAL LANÇA BIOGRAFIA DE VANDERLEI CORDEIRO DE LIMA 13.03.2007 :: 16h13
SÃO PAULO - A maratona passou a ser, nos Jogos Olímpicos de Atenas 2004, motivo de orgulho para o Brasil. A superação de um atleta que se transformou em um campeão olímpico mesmo recebendo a medalha de bronze é o retrato do verdadeiro espírito esportivo. A história de como esse homem se tornou símbolo está no livro Vanderlei Cordeiro de Lima - A maratona de uma vida, de Renata Adrião D´Angelo, segundo exemplar da coleção "Perfil do Atleta", lançado nesta segunda-feira, dia 13, em São Paulo. Biografia é mais um título do selo COB Cultural, que pretende lançar guias, almanaques, reportagens, biografias e coleções sobre histórias, conquistas e perfis de atletas, introdução a modalidades olímpicas, técnicas de treinamento e participação das delegações brasileiras em eventos.
No livro, o leitor vai entender como se faz um atleta nos moldes do que sonhou, um dia, o Barão de Coubertin, idealizador dos Jogos Olímpicos da Era Moderna. A Maratona de Atenas, em 2004, propiciou ao mundo duas grandes surpresas: a excelente atuação do maratonista Vanderlei Cordeiro e a revelação de que ainda existem no mundo atletas impulsionados pelo mais puro ideal olímpico. Quem não se lembra do choque de Vanderlei ao ser agarrado por um espectador, quando liderava a prova? Pois ele terminou a corrida em terceiro e sorrindo, fazendo um aviãozinho para comemorar a conquista da medalha de bronze e mandando beijos para o público.
"O desafio aparece na luta pela vida digna a que a família de Vanderlei o impulsiona desde menino, enfrentando adversidades que imprimiram ao corpo e à mente do garoto Bodega, a resistência e a persistência, sem as quais não nasceria o atleta. O brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima é hoje um cidadão do mundo, porque levou a ele, em gestos simples, a mensagem mais urgente que se fez ouvir do pódio olímpico de Atenas: o perdão. E ele não nasce gratuitamente, mas pela luta diária que começou bem cedo, e que continua a cada queda, a cada dor seguida de superação. Essa é a lição que também eu aprendo na condição de seu treinador e de seu amigo", diz Ricardo D'Angelo, treinador do Clube de Atletismo BM&F / Pão de Açúcar, em depoimento no livro.
Ex-bóia-fria, nascido em Cruzeiro do Oeste (Paraná) em 1969, criado num casebre com mais nove irmãos, com pés no chão e lombrigas na barriga, Vanderlei Cordeiro de Lima brigou a cada passo de sua carreira; dos jogos regionais à Equipe Eletropaulo de Atletismo; da Equipe Funilense de Campinas para o Brasil e o mundo, Vanderlei trabalhou duro (muitas vezes à custa de sua vida pessoal) para tornar-se o fundista e atleta que é hoje exemplo do verdadeiro olimpismo.
Primeiro selo editorial brasileiro de esportes, o COB Cultural é uma iniciativa pioneira do Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e da editora Casa da Palavra que visa contribuir para a ampliação de leitores e para a preservação da memória do esporte. Com distribuição nacional em livrarias, as publicações do selo COB Cultural pretendem eternizar os momentos de alegria, orgulho, emoção e magia que o esporte produz, e divulgar e multiplicar o conhecimento de diversas modalidades, em particular as olímpicas.
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 19h06
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programa mulher.com/26 de dezembro
Eu e Rosângela estaremos dia 26 de dezembro no programa MULHER.COM , rede século 21, à tarde, falndo sobre o livro YOGA PARA CRIANças, obra em que colaborei com contos clássicos adaptados.
Na conversa, abordaremos o Yoga como uma sugestão para o desenvolvimento da concentração, da atenção, do autoconnecimento da criança, favorecendo o ALUNO na sala-de aula...
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 09h18
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Entrevista na tv: 2/09/2008
Estive no programa Betty Abrahão novamente, em 2/09.
Falamos sobre formação de valores em nossas crianças a partir do diálogo que a leitura de bons livros pode promover.
Apresentamos, também , a proposta de Yoga para crianças combinada com a literatura infantil: uma experiência que virou livro, pelas mãos de Rosângela Bassoli, com minha colaboração na adaptação de contos clássicos.
Para quem já conhece meu trabalho, os textos foram escritos em prosa-poética, possibilitando o prazer de ler e de reler, pela musicalidade da linguagem...
Yoga para crianças foi publicado também pela editora Átomo ( www.atomoealinea.com.br)
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 20h28
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Leia a entrevista que dei à jornalista Fernanda Bottini ( Revista Mais -Oeste) sobre literatura infantil:
Enviado por Redação em 08/10/2007 |
Imaginação, criatividade, personagens, aventura, um mundo de sonhos. O livro traz tudo isso porque enriquece a vida, principalmente dos pequenos. Todo mundo deve-se lembrar de pelo menos um título que marcou sua infância. E é assim mesmo, o livro é tão importante nesta fase, que deixa marcas para sempre.
Atualmente, mesmo com computadores e videogames, o livro ainda desperta o interesse das crianças e adolescentes, pois é um objeto concreto, lúdico, ao alcance das mãos. É o que afirma a professora e escritora Renata Adrião D´Angelo sobre a literatura infanto-juvenil.
Mais Oeste: Quando surgiu a idéia de escrever livros? Era um sonho antigo ou como sendo professora você sentiu a necessidade de ter mais livros no mercado para o público infanto-juvenil?
Renata Adrião D´Angelo: A literatura fez parte do meu lazer na infância. Sou do tempo em que não se tinha computador ou videogame, por isso lia muito. Tinha a minha disposição muitos livros, pois minha mãe era diretora de escola. Ainda menina, gostava de ver o efeito de meus textos sobre os leitores. Decidi que seria professora de português e escritora ainda no Magistério. Passei a escrever contos destinados ao público infantil que só começaram a sair das gavetas em 1998, pela Editora Átomo (primeira publicação: “Uma Fórmula Feliz”). Não ingressei na literatura infantil por ser professora, mas não resta dúvida de que ficou bastante facilitado com essa proximidade.
Mais Oeste: Como você escolhe o tema dos seus livros?
Renata Adrão D´Angelo: Os temas de meus livros decorrem, em geral, da própria convivência com as crianças, quer seja em classe, quer seja em casa, pois sou mãe de três crianças, dessas que cobram histórias e muita imaginação com freqüência. “Faça uma história de joaninha”, “eu queria que você fizesse uma história sobre dragão”, “por que você não escreve uma história sobre o fundo do mar?” E por aí vai. Foi assim que nasceram os livros “Uma história de Joaninha”, “O menino e o dragão”, “Peixe fora d’água!”, por exemplo. Meus textos nascem também de situações cotidianas sobre as quais lanço aquele olhar inventivo: “aqui tem uma história!”
Mais Oeste: É importante ter cuidado com os temas dos livros porque eles são voltados para as crianças? Você tem essa preocupação de divertir e conscientizar ao mesmo tempo?
Renata Adrião D´Angelo: Um livro nunca é ingênuo, sempre tem uma mensagem, um ponto de vista, e claro que estes devem ter como referência a pessoa em formação com quem o texto vai dialogar, pois é assim que vejo o livro infantil: uma boa conversa que acontece entre o conjunto da obra e o pensamento do leitor. Um bom livro infantil deve ser, inclusive, convidativo o suficiente para uma releitura, pois é nessa repetição que a criança busca confrontar-se, refletir, identificar-se, conhecer a si mesma e ao mundo de relações que o livro provoca.
Mais Oeste: Você acha que tem algum preconceito com a literatura infanto-juvenil, como ela sendo considerada “menor” do que a “alta” literatura para adultos?
Renata Adrião D´Angelo: Pelo contrário. Acredito que cada vez mais o mercado editorial vem percebendo que o leitor em processo é aquele que crescerá um adulto leitor, o que tem impulsionado esse mercado ao crescente investimento no segmento infanto- juvenil. Há belos espaços cada vez mais cuidados para as crianças nas grandes livrarias. O que sinto que ainda precisa mudar é o olhar sobre os autores nacionais que fazem literatura de qualidade, mas que vêem seus livros relegados a segundo plano porque as grandes editoras preferem traduzir obras internacionais.
Mais Oeste: Você acredita que o livro é um importante instrumento na formação do ser humano, principalmente nesta faixa etária?
Renata Adrião D´Angelo: O livro fala com a criança em seu silêncio. Nesse diálogo reside um importante momento de autoconhecimento e de formação de juízos de valores, pela identificação e reflexão diante dos fatos lidos. Há ainda a leitura que é sensorial, como a poesia, que promove o senso estético e o prazer da palavra.
Mais Oeste: Que dicas você daria para os pais escolherem um bom livro para as crianças, que seja educativo?
Renata Adrião D´Angelo: É importante que os pais não se prendam aos modismos e aos “brindes” que muitas vezes acompanham títulos. Um bom livro não precisa de nada além de uma história bem escrita e de ilustrações interessantes.
Ao visitar uma livraria com os filhos, vale à pena pegar livros nas mãos, ler seus conteúdos, sentir a qualidade do texto. Como mãe que sou, costumo fazer isso, pois muitas vezes consigo convencer meus filhos a não desejarem determinada obra, só por causa da personagem “famosa”. Lendo uma parte da história muitas vezes eles se convencem de que nem vale a pena tanto assim.
Renata Adrião D´Angelo – escritora e professora
mrenataadriao@uol.com.br
Editora Átomo
http://www.atomoealinea.com.br/ |
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 11h35
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Programa Beth Abrahão e você...
Participei do programa Beth Abrahão E Você que irá ao ar dia 25 de março, às 22h30min, pela rede família de tv.
Conversar com a Beth é uma delícia..é como estar no sofá de sua casa, batendo um papo com uma amiga que está curiosa por saber o que você tem para contar...
Falei sobre os lançamentos que farei na FNAC (Campinas) dia 27/3, às 19h30min, e também sobre o Instituto Vanderlei Cordeiro de Lima...
Confiram o programa!
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 21h15
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Filosofia para crianças: livro para educadores e pais
Noite de autógrafos: dia 27 de março de 2008, às 19h30min, na Fnac Campinas.
Compareça!
Data: Quinta-Feira 27/03/2008 19:00
Renata Adrião D'Angelo
 
Renata Adrião D’Angelo lança os livros Filosofia Para a Criança e Como Formigas Caminhando numa Trilha... (Átomo&Alínea). Filosofia Para a Criança destinado a educadores e pais, a proposta do livro é a educação para o filosofar, educar para perguntar, argumentar, conceituar como forma de refletir sobre questões e significados de fundo. O filosofar vinculado à história presente, à vida pulsante, aos interesses e motivações dos desafios atuais, em especial, àqueles vividos pelas crianças. Como Formigas Caminhando numa Trilha...Como é que fazemos escolhas?O que nos faz gostar disto ou daquilo?O que comanda nosso pensamento?Decidida a entender o que forma opiniões, Laura, acaba descobrindo o poder da mídia e junto com seus amigos, está pronta para começar uma revolução bem criativa. Renata Adrião D’Angelo fará breve relato sobre os livros seguido de autógrafos.
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 18h18
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CHEGOU O LIVRO QUE APARECE ABAIXO!!!!
Confiram e comentem!
bjs
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 10h15
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Livro infanto juvenil chegando...
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Como Formigas Caminhando numa Trilha
Renata Adrião D´Angelo
Coleção Histórias que Rendem Boas Conversas...
Editora Átomo | ISBN 978-85-7670-073-9 1ª edição - outubro/2007
Livro no prelo |
sinopse :..
Laura está desanimada: abre o armário cheio de roupas mas acredita que não tenha nada! Essa crise de nadismo de repente a incomoda: como é que fazemos escolhas? O que nos faz gostar disto ou daquilo? O que comanda nosso pensamento? Decidida a entender o que forma opiniões, a menina acaba descobrindo o poder da mídia e, junto com seus amigos, está pronta para começar uma revolução bem criativa!
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Escrito por Renata Adrião DAngelo às 18h27
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VANDERLEI CORDEIRO E RENATA ADRIÃO D'ANGELO PARTICIPAM DE MARATONA DE AUTÓGRAFOS NO ESTANDE DO SELO COB CULTURAL 16.09.2007 :: 12h42
RIO DE JANEIRO - O maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima, medalhista de bronze nos Jogos Olímpicos Atenas 2004, mostrou excelente fôlego ao completar mais uma maratona, desta vez de autógrafos, na tarde deste sábado, dia 15 na XIII Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro. Cerca de 250 fãs estiveram no estande do Selo COB Cultural para ver o ídolo de perto, receber autógrafos, tirar fotos e conhecer os 27 títulos do Selo, que desde 2005 é o principal expoente da literatura esportiva no Brasil.
"É importante que exista uma literatura esportiva no nosso país, pois assim o leitor tem chance de conhecer mais sobre a trajetória dos seus atletas preferidos, desde o começo até os principais resultados", afirmou Vanderlei, bicampeão pan-americano, em Winnipeg 1999 e Santo Domingo 2003.
Além de ter contato com uma das mais importantes feiras de livros da América Latina, Vanderlei esteve na XIII Bienal para autografar sua biografia Vanderlei Cordeiro de Lima - A maratona de uma vida, ao lado da autora, Renata Adrião D´Angelo, esposa do treinador de Vanderlei, Ricardo D'Angelo. Lançado em março, o livro compõe a série "Perfil do Atleta" e conta a vida de um dos principais nomes do nosso atletismo, da infância pobre à consagração com o pódio nos Jogos Olímpicos Atenas 2004.
"É a melhor festa possível para celebrarmos o livro. A literatura promove cultura, cidadania. Acho muito importante esse encontro entre os leitores, os autores e os personagens. Participar de uma Bienal é inesquecível para todos os envolvidos, tanto para o leitor, quanto para quem trabalha no mercado editorial" afirmou Renata D'Angelo.
Após a maratona da Bienal, Vanderlei já tem planejado como enriquecer sua biografia com mais conquistas. O próximo objetivo é tentar uma vaga para os Jogos Olímpicos Pequim 2008, na Maratona de Milão, na Itália, dia 2 de dezembro. "Em outubro voltarei para a Colômbia, onde treinei para o Rio 2007. Ficarei por cerca de sete semanas, até competir em Milão", revelou. Quanto à participação nos Jogos Pan-americanos Rio 2007, quando se contundiu e não alcançou o pódio, Vanderlei só tem elogios para a estrutura apresentada. "Foi uma pena não ter conseguido um resultado bom no Rio 2007, pois a competição foi um sucesso. A organização foi excelente e os atletas aprovara. Isso nos traz boas chances para organizar os Jogos Olímpicos de 2016. Sei que temos fortes concorrentes, mas o sucesso dos Jogos Pan-americanos podem trazer as coisas para o nosso lado", lembrou o paranaense.
A iniciativa de convidar Vanderlei para prestigiar o estande não será a única atividade na programação do Selo. Desde o último dia 13, os leitores vem tendo a oportunidade de estarem próximos do esporte olímpico no maior evento literário do país. Até o dia 23 de setembro, os leitores do Selo COB Cultural poderão participar de gincanas (público infantil), promoções e concorrer a brindes do Selo, como medalhas e bolinhas de basquete, beisebol, futebol e tênis.
Cerca de 300 frases já estão concorrendo a um um notebook Lenovo 3000 C200, com tecnologia Centrino Duo e processador Cor 2 Duo . Em parceria com a Lenovo, o Selo COB Cultural promove o Concurso Cultural "COB na Bienal e Você no Pódio". "Por que você merece estar no pódio do COB?" é a pergunta que presenteará o autor da resposta mais criativa. Os autores cujas frases completarem o pódio no concurso receberão livros do Selo COB Cultural. As respostas podem ser enviadas até o dia 21.
O Selo COB Cultural promove, divulga e multiplica o conhecimento sobre diversas modalidades esportivas, em particular as olímpicas, desde 2005, quando foi lançado. Entre os próximos lançamentos do Selo COB Cultural estão previstos livros de Medicina Esportiva, voltados para profissionais da área de preparação física, fisioterapia e treinamento esportivo.
XIII Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro Data: 13 a 23 de setembro de 2007 Local: Riocentro Avenida Salvador Allende, nº 6.555 - Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 09h26
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Entrevista que concedi ao COB antes da participação na Bienal do Rio de janeiro em 15 de setembro/07
RENATA ADRIÃO D´ANGELO: 'ESCREVER UMA BIOGRAFIA FOI UM DESAFIO'
Autora do livro "Vanderlei Cordeiro de Lima - A maratona de uma vida" destaca o bom humor e a simpatia do maratonista
Com diversos livros infantis no currículo, Renata Adrião D'Angelo encarou o desafio de escrever sua primeira biografia, "Vanderlei Cordeiro de Lima - A maratona de uma vida", sobre a trajetória do medalhista olímpico em Atenas-2004, publicada este ano pelo Selo COB Cultural/Casa da Palavra. Natural de São Paulo, a escritora conhece o atleta muito bem. Seu marido, Ricardo Antonio D´Angelo, é o treinador do corredor e acompanha a trajetória de Vanderlei, um dos atletas mais respeitados do país por seu espírito esportivo e por sua luta em se superar sempre.
"Atrevo-me a dizer que a história de Vanderlei ganhou caráter universal por ter ele, naquele gesto de perdão em Atenas, surpreendido o mundo, carente de paz. Ele tem hoje o respeito do mundo", afirma a autora.
Como surgiu o convite para escrever a biografia do Vanderlei Cordeiro?
- Vanderlei e Ricardo tiveram essa idéia em Atenas, antes da maratona. Ricardo comentara com ele que, como atleta, sua história era tão rica que só lhe faltava uma medalha olímpica para merecer virar um livro. A medalha veio em um bronze histórico e espetacular. De volta ao Brasil, foi a mim que eles apresentaram a idéia, por eu já estar inserida no mercado editorial há anos, como autora de literatura infantil. Vanderlei preferiu que fosse assim, pois como nos conhecemos há muitos anos seria mais fácil para ele compartilhar lembranças nem sempre festivas.
Essa é a primeira obra que você faz para um público diferente. Como foi essa mudança dos livros infantis e ficcionais para a biografia esportiva?
- Escrever uma biografia foi um desafio. Acostumada que estava a deixar a imaginação fluir, desta vez tive que me ater à verdade, aos fatos. Foi um trabalho bem diferente, pois precisei pesquisar, coletar dados, fazer muitas e longas entrevistas, visitar lugares significativos para a obra. Enfim, fiz um percurso bastante diferente. O fato, porém, de ter experiência com o texto literário destinado ao público infantil permitiu que eu conferisse à obra biográfica do Vanderlei certo trato literário ao texto e adequação da linguagem de modo a alcançar o grande público, o que era meu objetivodesde o início.
Como foi a convivência com o Vanderlei durante o período de preparação do livro?
- O Vanderlei é uma pessoa muito bem-humorada e simpática. Reconstituir os passos dele em sua companhia foi bastante intenso. Tive alguns períodos de contato direto, junto a ele e sua família para a coleta de dados. Mas depois dessa etapa, fiz um trabalho mais solitário.
O Vanderlei parece ser uma pessoa tímida. Foi difícil de conseguir informações dele?
- No início do trabalho foi difícil, porque ele próprio repensou se de fato estava disposto a mexer no passado sofrido, mas depois foi abrindo sua história, colocando-me em contato com sua mãe, seus irmãos, em especial com a Inácia, que estavam sempre dispostos a responder perguntas, a relatar episódios. Muitas vezes ele se surpreendia com as histórias reavivadas na memória dos irmãos.
Ele resistiu a ser tema de uma biografia?
- Inicialmente, ele resistiu a ver-se tão mais exposto. O fato é que sua história é tão genuinamente brasileira, desde a origem, que logo vimos o quanto o leitor de qualquer classe social poderia se identificar com aquela personagem tão universal e tão única ao mesmo tempo: aos humildes, a história de uma ascensão digna, custosa, pautada na disciplina e no trabalho; aos menos humildes, uma história inspiradora de luta e de conquistas que não suplantaram valores como a verdade, a honra e a determinação. Atrevo-me a dizer que a história de Vanderlei ganhou caráter universal por ter ele, naquele gesto de perdão em Atenas, surpreendido o mundo, carente de paz. Ele tem hoje o respeito do mundo.
Além do caso do pastor, o que mais ele citou de marcante na vida dele?
- Há trechos bastante significativos desde sua infância, pois nas várias escolhas que a vida lhe impunha, vê-se forjar um homem resistente e forte: bóia-fria, ainda menino, precisava correr para espantar o frio; acabou por destacar-se entre os colegas pela velocidade e resistência, o que o levou a representar a escola em jogos interescolares. Corajoso, era adolescente quando deixou a casa dos pais para morar com a irmã em outra cidade, ficando mais perto da rodoviária e dos eventos esportivos. Há momentos de pura alegria, do adolescente despreocupado que ficava de tocaia às portas do clube da cidade, esperando a catraca ficar liberada, quando poderia entrar nos bailes, pois não tinha dinheiro para ingresso; quando o destino o apresenta a Ricardo D'Angelo, seu treinador há 15 anos, em cujas mãos se permite lapidar o fundista. E o atleta arrojado, atrevido, que encara a primeira maratona, em Reims (França), quase que por acaso... Encontros e desencontros na vida familiar...
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 09h22
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Noite de autófrago - Maringá- PR
No último sábado (05/05) a partir das 19:00 h, começou a noite de autógrafos do livro - A MARATONA DE UMA VIDA. Ele conta a trajetória de um dos maiores atletas brasileiro de todos os tempos, Vanderlei Cordeiro de Lima. Das estradas de chão da cidade de Tapira (noroeste do Paraná) para os maiores palcos (ruas) do mundo. O livro foi escrito por Renata D'Angelo, esposa do técnico do Vanderlei, uma pessoa super simpática e receptiva. Os livros foram autografados por ambos. Na foto, o momento exato em que Vanderlei autografa meu "book" - O livro, por sinal, é muito bom, tem uma leitura fácil e dinâmica e conta várias curiosidades sobre a vida do atleta e de sua família. COM CERTEZA, VALE A PENA.
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 07h59
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Cordeiro lança biografia e aguarda vaga para o Pan por Donata Lustosa 13/03/07 - 10:00h
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Cordeiro escreve dedicatória para Roberto Gesta de Melo, presidente da CBAt Foto: Alexandre Koda / www.webrun.com.br
O Ministro dos Esportes Orlando Silva Junior prestigiou o evento Foto: Alexandre Koda / www.webrun.com.br
Vanderlei e Renata autografam livros na Fnac Foto: Alexandre Koda / www.webrun.com.br
| O maratonista brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima lançou na última segunda-feira (12), em São Paulo, o livro “A Maratona da Vida”. De acordo com o atleta, a biografia relata fatos de sua vida pessoal e profissional, inclusive o incidente da Maratona de Atenas, na qual foi empurrado por um espectador enquanto liderava a prova.
“É um livro que conta minha história, minha infância, história como atleta. É bastante interessante, gostoso de ler e suave. Acredito que as pessoas que adquirirem o livro vão gostar”, conta Vanderlei.
A biografia foi escrita por Renata Adrião, esposa do seu treinador, Ricardo D´Angelo. “Ela topou escrever meu livro. Foi legal porque por ser esposa do meu treinador, ficou bem fácil de colher as informações”, diz. “Para mim esse é um momento bastante especial. Acho que a minha história é interessante. Estou super feliz”, acrescenta.
Pan-americano - Vanderlei já afirmou que irá participar da Maratona durante os Jogos Pan-americanos do Rio. Por enquanto uma das duas vagas para o campeonato é dele. O brasileiro tem a segunda melhor marca da temporada do país, 2h11min35, conquistada em Amsterdã.
“Eu não corro mais nenhuma maratona até o Pan. Estou apenas esperando a definição das vagas que sai no dia 22 de abril. Depois disso quero tentar defender o campeonato e buscar o tri”, conta o atleta que já venceu duas vezes maratona no Pan.
Sua maior preocupação da prova carioca será o clima. “Eu sei que correr uma Maratona no Rio é muito difícil. O que vai influenciar é a temperatura e umidade no dia da prova. Se estiverem altas será bem difícil. Mas quero superar esse fator”, conta.
Segundo semestre - Até o final do ano o maratonista deve correr mais uma maratona, que ainda não está definida, mas pode ser Nova York. “Já está dentro dos planos correr uma maratona no final do ano visando a Olimpíada de Pequim (2008). Como o Pan vai ser em julho, possivelmente vou conseguir descansar para fazer uma nova maratona no fim do ano”, revela Vanderlei.
“Gostaria de participar da próxima Olimpíada com a companhia do Marílson. O Brasil deve ir com grande equipe e terá condições de brigar pelas 10 primeiras colocações. Com certeza a gente vai fazer uma parceria muito boa para o Brasil”, adianta.
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 07h48
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