Capitão Juca em busca do baú do infinito
Eu tinha que escrever uma história de piratas... Sempre me deixei viajar nas ondas dessas histórias de aventura cujos heróis surpreendem pelo tom debochado, pelo descuido da imagem...é uma inversão necessária que diverte enquanto desacomoda! 
Escrito por renata adriao d angelo às 11h27
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PENSAR E EDUCAR PARA O PENSAR: EIS UMA IMPORTANTE TAREFA DA ESCOLA...
A importância do conceito no discurso filosófico por Renata Adrião D´Angelo Afinal, o que é a Filosofia? O que é filosofar? Essas questões devem ser a base motora do educador que ensina filosofia, afinal é preciso saber onde se está para se planejar onde se quer chegar. Se a Filosofia é a área do conhecimento que cria e descreve conceitos, é imperioso que se busque entender as relações entre pensamento, linguagem e construção de conceitos para o ensino da filosofia. Para Sócrates, a construção de conceitos era uma experiência particular advinda de perguntas que provocavam outras perguntas, gestando significados e respostas imanentes que, uma vez trazidos à verbalização pela maiêutica, atingiam o status de conceito, matriz de novas perguntas. Esse processo de imanência, também entendido como pré-filosófico antecede a construção do conceito e, arrisco dizer, é o primeiro e principal campo de atuação do professor de filosofia, visto que instrumentaliza o aluno para a prática do pensamento questionador, reflexivo, metacognitivo, pensando sobre o pensar, na busca de “bem pensar” sobre as questões que se lhe apresentam. De posse dessa habilidade, é possível ao aluno praticar verdadeiramente a filosofia, que tem por principal característica a criatividade, o poder criativo que permite construir conceitos. Diferindo-se da ciência, que busca descrever funções de um fato e/ou fenômeno, a filosofia busca conceituar, em resposta a indagações de cunho profundo, inquietante, pulsante e essencial à vida como indivíduo que pertence a dado grupo social em dado contexto sócio-histórico-cultural. Vivemos um tempo de muitos novos paradigmas em que as questões, se não mais profundas, são sempre mais diversificadas e sazonais. È nesse sentido que se torna tão importante a prática da filosofia e a busca de conceitos éticos e perenes, que consolidem a formação cidadã de nossos alunos, prática esta que só se efetiva na sala de aula em que se confrontem professores questionadores e alunos críticos, ambos na busca crescente do uso da linguagem como suporte sempre mais elucidativo para o pensamento, e este como tradução sempre inquieta e passível de reformulação de verdades que podem ser múltiplas, mas que contemplem uma base ética humanística, isto é, de valorização da condição humana essencial.
Escrito por renata adriao d angelo às 10h06
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M Renata Adrião D'Angelo
 Criar seu atalho
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 20h36
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sugestões pedagógica para o livro Saudades do que se foi...(continuação)
Parte 2: Janela para o céu , estrela-menina Após a exloração da leitura do poema em diferentes momentos: individual, em coro, em jogral, em versos espontâneos, pode-se explorar o poema sob os seguintes aspectos: 1- Laura estava sentindo saudades... Pode-se propor o recorte oral de todos os versos em que se perceba a saudade da menina, reconstrindo um novo poema só com eles. 2- Releitura gráfica Cada criança escolhe os trechos de que mais tenha gostado, relendo-os espontaneamente, para depois traduzi-los em linguagem gráfica. Pode-se montar um mural reunindo esses trabalhos. 3- Legendando as ilustrações O texto aparece delicadamente ilustrado. Pode-se sugerir que busquem no texto os versos que sirvam de legenda para cada ilustração. 4- Laura soprou seu segredo a uma estrela... Explorar o gesto da menina, propondo que as crianças falem sobre coisas que as fazem entristecer: o que teriam elas para contar para uma estrela? Pode-se organizar um grande mural com os “desabafos “da turma, que seriam afixados em uma grande estrela. 5- O poema fala sobre um carretel que “ata e desata sem fim”... Uma sugestão para explorar a ideia aí sugerida seria cada criança montar um varal com fotos e textos sobre sua própria família, onde houvesse espaço para se falar do passado e do presente, numa continuidade . Os “varais”seriam apresentados e expostos para a socialização dessas histórias de vida. 6- O colo da avó, já não teria mais não... Pode-se aproveitar a sugestão desse verso para se falar nas várias perdas que acontecem na vida, e nas mudanças que elas provocam: a distância, a mudança de escola, de cidade, ou até de país, separação dos pais, o próprio crescimento e tantos outros motivos que geram perdas e ganhos. Cada criança poderia apontar uma perda sofrida e a mudança mais significativa que isso gerou, sempre buscando promover a leitura encorajadora dessas mudanças. 7- Laura procurou o carinho daquelas mãos e encontrou em vários de seus pertences... _Há um pouco de nós em tudo que fazemos. Pode-se propor uma mostra de talentos, em que as crianças apresentem suas habilidades: nas artes, nos esportes, na literatura, etc. Cada criança pode ter seu momento de “hora da fala”, apresentando seu talento, e ensinando algo a seus colegas. _Uma variação desse tema seria propor um dia para que sejam trazidos objetos ( brinquedos, roupas, bonecas, enfeites, etc) que tenham sido feitos por alguém significativo na vida das crianças. Num primeiro momento, cada criança escreveria um texto relatando a importância desse objeto, da pessoa que o fez, ou ainda o momento em que o ganhou. Depois, esses textos seriam expostos junto com os objetos para uma socialização, no formato de uma míni-mostra. _ Outra sugestão seria o encontro com os avós, com direito a um lanche comunitário, e momento de compartilhar conhecimentos: os avós que se dispusessem, poderiam realizar uma míni-oficina, confeccionando algo que conheçam junto com as crianças, ou aprendendo com eles a fazer alguma atividade: sucata, massa de modelar, pintura, etc. 8- A ciranda da vida segue... Pode-se propor neste momento uma pesquisa sobre o ciclo da vida, em grupos, que culminaria em cartazes que seriam apresentados para a classe. 9- Contato com a autora: Uma conversa com autora pode ser combinada.
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 11h35
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Sugestões pedagógicas a partir do volume: Saudade: do que se foi, de quem se foi...
Parte 1 : Sorriso-perfume, cheiro de jasmim Após a exloração da leitura do poema em diferentes momentos: individual, em coro, em jogral, em versos espontâneos, pode-se explorar o poema sob os seguintes aspectos: 1- Saudade é o sentimento que temos quando trazemos um fato significativo de nossa história à lembrança... Proposta: quais são as nossas lembranças importantes: a) De lugares? b) De coisas? c) De pessoas? d) De músicas? e) De momentos? Após a elaboração individual de material, no formato de pequenos memoriais que incluam fotos, registros, bilhetes, pode-se propor uma exposição intitulada SAUDADE É REVIVER NOSSAS LEMBRANÇAS: cada criança expõe seus trabalhos, objetos, etc. 2- Releitura gráfica Pode-se propor a tradução das estrofes , ou de determinados trechos do poema em linguagem gráfica, fazendo uso de diferentes recursos: recorte-colagem, pintura, quadrinhos, grafismo, etc. O resultado pode se converter em uma exposição em painel. 3- Linha do tempo rimada: Pode-se propor que cada criança conte sua história, no formato de poema narrativo. Antes, entretanto, é preciso que listem os fatos que consideram importantes em suas hsitórias pessoais, de modo a construírem frases curtas, para depois combinarem esses fatos de maneira poética, livre e espontânea. Pode-se propor um sarau para a leitura e/ou declamação desses poemas, com direito à presença de familiares... 4- Dramatização: O poema lido pode ser convertido em texto narrativo, seguido de dramatização, recriando os espaços e os momentos vividos pela personagem Bia. 5- “ Bia tirou do cabelo uma fita que o adornava E fez um laço no galho do jasmineiro, que sussurrava Que suas história estariam para sempre atadas...” Pode -se propor a escolha de uma árvore na escola que seja testemunha dessa rica fase da vida das crianças. Junto a ela, a turma pode ter um momento para conversar sobre suas aspirações para o futuro e sobre como gostariam de encontrar aquela árvore, em metonímia da natureza, quando crescessem. Então, em gesto concreto e simbólico, cada criança escreveria uma atitude que poderia ter, para que esse futuro acontecesse. Sua atitude seria escrita em uma tira de papel que “atada”à árvore, selaria esse compromisso, como aquele entre Bia e o jasmineiro. 6- Boas lembranças dependem de nossas ações... Dentro do propósito de construir uma lembrança para o futuro que seja responsável e comprometida, pode-se promover um diálogo sobre a ação que temos hoje junto à natureza e junto às outras pessoas. Como gostaríamos que fossem essas relações? O que devemos e podemos fazer para que nossa história seja bela e justa? A professora faz a listagem dessas sugestões de atitudes. Em seguida, pode-se propor uma campanha, com cartazes espalhados pela escola, incentivando gestos responsáveis entre as pessoas e das pessoas com o meio-ambiente. 7- Decálogo da reponsabilidade: Em pequenos grupos , as crianças escreveriam uma ou duas atitudes que consideram urgentes para que a história que vivemos hoje, seja uma boa lembrança quando crescermos. Após leitura para a turma, 10 atitudes seriam selecionadas e copiadas em grande cartaz, recebendo a assinatura de todos. O mesmo conteúdo pode ser copiado para a comunidade, no formato de carta-aberta, para que todos possam se unir nesse compromisso pelo futuro. 8- Encontro com os familiares As crianças poderiam organizar um momento de partilha de histórias de seus familiares, trazendo , cada uma delas, um adulto de sua família para uma tarde de contação de histórias: os adultos relatariam “suas saudades” da infância, e responderiam às perguntas que as crianças quisessem fazer sobre o tema. O encontro poderia ter uma mesa de degustação em que os adultos trouxessem comidas, bebidas, doces, objetos e outros elementos a combinar, para que a artilha fosse também sensorial. Músicas também enriqueceriam esse encontro. 9- Escrevendo memórias... Sugerir o registro de memórias no formato de diário é um instrumento interessante para a prática da escrita, enquanto se promove o autoconhecimento. Os relatos podem ser ilustrados com fotos, com colagens, desenhos, etc. 10- Entrevista com a autora. Pode-se combinar uma visita da autora à escola, para uma entrevista.
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 11h22
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Sobre a COLEÇÃO COISAS QUE TODA GENTE SENTE
COLEÇÃO: COISAS QUE TODA GENTE SENTE Renata Adrião D’Angelo Poesia para criança A poesia é a linguagem da emoção: ela passa pelos nossos sentidos antes de chegar à razão. Aí está seu poder e sua urgência, pois frequentemente vemos, em nossa sociedade, os valores humanos subjugados, pelo adiamento em se retomar a verdadeira valoração dos princípios éticos universais, porque nós, adultos, temos pressa, absorvidos que estamos pela competição e pela luta por qualidade de vida, quase sempre confundida com status. Vivemos um tempo em que as relações interpessoais se “coisificam” e se “virtualizam”. Em meio a essas e tantas outras distorções, nossas crianças crescem diante de telas de computadores, criando mundos e amigos em realidade virtual, carentes de diálogo e de toque humanos, que lhes sensibilizem para a verdadeira transformação com a qual sonhamos: um mundo onde as pessoas sejam sensíveis o suficiente para ocuparem seu lugar, reconhecendo-se parte de um organismo maior, em que todos têm seu papel e sua importância. A poesia é certamente um dos caminhos que possibilita o contato de nossas crianças com seus sentimentos de maneira profunda, acariciando o coração e o pensamento de quem ainda tem todo o tempo para fazer a diferença... Sobre a coleção: A coleção Coisas que Toda Gente Sente reune poemas narrativos que recriam em suas temáticas situações delicadas de se vivenciar quando se é criança. Pela poesia é possível abordar com leveza e certa transparência questões como estas, entre outras : -a saudade; -a chegada de um irmão; -a perda de um parente querido; -o crescimento e as mudanças que provoca; -o medo; Cada título reúne dois poemas narrativos que falam de diferentes reações e sensações que um sentimento pode provocar em cada um de nós. Os títulos da coleção ( OUTROS VOLUMES VIRÃO...) 1-Saudade: do que se foi, de quem se foi... ( Inclui os poemas: Janela para o céu , estrela-menina e Sorriso-perfume, cheiro de jasmim) 2-Estranhamento: gente nova aqui, gente nova lá...( Inclui os poemas Lápis e papel, brincadeira de cordel e Novidade no jardim: boa ou ruim? )
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 11h22
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capa do novo livro, com lançamento na Bienal de São Paulo/2010

Escrito por Renata Adrião DAngelo às 11h18
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BIENAL DO LIVRO: SÃO PAULO 21 DE AGOSTO DE 2010
Estarei na Bienal De São Paulo dia 21 de agosto, às 16h , no estande da Editora Átomo, lançando: saudades:do que se foi...de quem se foi... pela poesia, falo sobre assuntos delicados de se abordar com as crianças: a morte, as mudanças que vêm com o crescimento, ao mesmo tempo em que procuro sensibilizar o pequeno leitor para o entendimento de que só se sente saudades daquilo que foi bom, que deixa boas lembranças...daí a importância de vivermos cada dia buscando deixar uma trilha de boas histórias, geradoras de saudades...e de sempre outras boas histórias... lançamento de livro de minha autoria: no estande da EDITORA ÁTOMO & ALÍNEA , DIA 21 DE
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 18h55
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Uma curta gravação da abertura do lançamento do livro BOLHA DE EMOÇÃO MEIA NA ÁGUA E SABÃO, EDITORA PAULINAS
http://www.youtube.com/watch?v=zB7D2v4Pynw&feature=player_embedded#
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 19h47
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a capa do livro cuja resenha segue abaixo...
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 19h38
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Resenha do livro infantil BOLHA DE EMOçÃO,MEIA NA ÁGUA E SABÃO
A boca da gente é danada. Muitas vezes se apressa em dizer o que não deve. E na hora da raiva, então? Há que se ter muito talento, coragem e até certo atrevimento para não sair ofendendo ou dizendo palavrão por aí. Renata Adrião trata de um assunto embaraçoso: a falta de boas maneiras... E o faz sem ares de autoridade em uma obra cheia de bolha de emoção e com meia na água e sabão.
"A boca é bicho atrevido Que nem sempre dá ouvido À voz que vem da razão."
Um garoto de temperamento explosivo resolve mudar seu comportamento. Mas não tinha muita saída. Já tinha sido avisado pelo amigo: ou mudava ou sairia da turma. Então, se fechou no quarto a fim de encontrar um jeito de conter seus ímpetos e achou uma solução: para evitar encrencas na rua e na escola, toda vez que sentisse necessidade de extravasar, ele abriria um pé de meia velha, que já chutou muita bola, e soltaria todas as suas emoções: gritos, broncas; afinal, o pé de meia ouve tudo sem escutar e toda "sujeira" que nele ficasse depois seria lavada com água e sabão.
Bolha de emoção, meia na água e sabão trata de assunto embaraçoso e difícil de se falar com a criança: o palavrão, a falta de boas maneiras... No entanto, Renata, de maneira cuidadosa, divertida e sensata penetra no universo infantil, sem ares de autoridade, para sugerir solução para esses momentos explosivos que, afinal, não afetam só as crianças. O artista plástico mineiro Hugo Ribeiro de Almeida foi acompanhando de perto as explosões do garoto até chegar à solução, uma solução que passou por traços delicados, pela poesia, pela emoção das bolhas que sobem leves e livres e por muita água e sabão.
"Bolha de emoção, meia na água e sabão"
Autora: Renata Adrião Ilustrador: Hugo Ribeiro de Almeida Editora Paulinas Coleção: Sabor Amizade - série Estação Criança Formato: 24,0 x 22,0 Páginas: 16 www.paulinas.org.br
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 19h35
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convite: lançamento de livro novo! Data: 15/10/2009 - Hora: 19:00 Local: FNAC Shopping Dom Pedro Campinas 
Categoria: Evento
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 20h58
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release menciona biografia de Vanderlei
EsportesMARATONINHA CAIXA CHEGA A CAMPINAS NESTE DOMINGOBrasilia, 27 de Maio de 2009O atleta Vanderlei Cordeiro será o padrinho da competição que tem o apoio da prefeitura A criançada de Campinas (SP) poderá participar neste domingo (31/05) do Circuito CAIXA de Maratoninha, maior competição de corrida infantil do país. Esta é a terceira vez que a cidade sedia uma etapa da corrida e deve receber cerca de 1.500 crianças de escolas públicas e particulares, além de integrantes de projetos sociais. O atleta Vanderlei Cordeiro de Lima será o padrinho da prova. A competição ocorre no Parque Ecológico, localizado na Rodovia Heitor Penteado, com início previsto para as 9 horas. Para participar do Circuito CAIXA de Maratoninha, as crianças precisam ter entre 6 e 12 anos. A competição também abre espaço para jovens com deficiência. A prova é realizada em um percurso de 300 metros, dividida em três categorias de acordo com a faixa etária dos pequenos: de 06 a 08 anos; entre 9 e 10 anos; e entre 11 e 12 anos. As inscrições poderão ser feitas até 29 de maio, na agência da CAIXA localizada na Avenida Francisco Glicério, 1480, centro, ou até que seja alcançado o número limite de inscrições. O valor da taxa é de R$ 10,00, mais um tênis usado em boas condições. Todos os participantes receberão um kit da competição (camiseta e boné) e medalhas. O prêmio para o vencedor de cada bateria será uma bicicleta. O objetivo da Maratoninha é promover a cidadania, estimular a prática do esporte, revelar novos talentos e promover a inclusão social de crianças e jovens de menor renda por meio do esporte. Heróis do Atletismo A Maratoninha conta sempre com um "hérói do atletismo", que vem para a abertura e ações na cidade antes da prova. Trata-se do “Programa Heróis Olímpicos”, desenvolvido pela Caixa Econômica Federal e pela Confederação Brasileira de Atletismo. O objetivo é criar oportunidades para que as novas gerações conheçam a história do atletismo, preservando a memória dos campeões, além de difundir a prática do esporte entre crianças e jovens. Vanderlei Cordeiro de Lima é o padrinho da etapa de Campinas. O atleta realizará várias atividades na sexta-feira (29/05) que antecede a prova, na cidade. Pela manhã, o atleta participa de debate e profere palestra para 400 estudantes universitários de Educação Física no auditório principal da PUC Campus I. O evento é aberto a estudantes de todas as faculdades da cidade. À tarde o medalhista conversa com um grupo de 150 crianças assistidas pela ONG Quero Quero e estudantes da Escola Estadual Alberto Medaljon, da Vila Brandina. Os atletas mirins da Orcamp, projeto que tem apoio de Vanderlei, também foram convidados. A dinâmica será realizada no Parque Ecológico, às 14h30, no galpão, antigo campo de bocha, próximo ao estacionamento 2. O ‘Heróis’ reúne ganhadores de medalhas olímpicas, como Joaquim Cruz, Robson Caetano, Claudinei Quirino, Nelson Prudêncio, Vanderlei Cordeiro, André Domingos, Edson Ribeiro, Arnaldo Oliveira, Claudio Roberto Souza. Currículo do atleta O destino reservou surpresas para Vanderlei Cordeiro de Lima. Em 1994, aos 25 anos, por exemplo, fez sua estréia na maratona e provocou um fato inusitado: entrou para correr apenas metade da prova, na cidade francesa de Reims, mas “sentia-se tão bem”, que resolveu continuar. Resultado: venceu a corrida. Uma década depois, foi o principal protagonista dos Jogos de Atenas, em 2004. E não foi por pouca coisa. Liderava a prova, com ampla vantagem, quando, na altura do km 37, foi derrubado por um manifestante irlandês. Apesar dos prejuízos físicos e emocionais, voltou à prova e ainda conquistou a medalha de bronze para o Brasil. Por sua atitude, tornou-se o terceiro nome da história a receber a Medalha Pierre de Coubertin, do Comitê Olímpico Internacional. Na volta ao Brasil, mereceu recepção de herói. Dividiu o palanque com o presidente Lula, após abrir o desfile da Independência, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, em 7 de setembro. Da Confederação Brasileira de Atletismo e dos patrocinadores recebeu os prêmios destinados aos campeões. Foi homenageado em vários países. O livro "A maratona de uma vida", escrito por Renata Adrião D’Angelo, retrata a saga do corredor nascido em Cruzeiro D’Oeste, no Paraná, em 11 de agosto de 1969. Disputou o PAN de 2007, no Rio de Janeiro, e no ano passado, aos 38 anos, deixou oficialmente as competições. Na festa dos 90 anos da Confederação Sul-Americana de Atletismo, em Manaus, ganhou a comenda “Gran Atleta”. Assim, o fundista, que começou no esporte no fim dos anos 80, levou sua carreira a alturas inimagináveis, para um filho de uma família de lavradores do interior paranaense. O primeiro resultado importante aconteceu já em 1988, quando foi o 8º nos 10.000 m, no Mundial Juvenil de Sudbury, no Canadá. Atleta versátil, conseguiu bons resultados em provas de pista e de rua. Em sua especialidade, a maratona, seu recorde pessoal é 2:08:31, obtido em 1998, em Tóquio. Também é seu o melhor resultado na distância alcançado em território nacional: 2:11:19, em 1992, em São Paulo. Treinado por Ricardo D’ Angelo desde 1994, conquistou o bicampeonato pan-americano da maratona, em Winnipeg (1999) e Santo Domingo (2003). Ganhou prata no Mundial de Ekiden, em Copenhague (1996), e bronze na Copa do Mundo de Maratona, em Atenas (1997). Agora, aos 39 anos, casado e com duas filhas, promete continuar no atletismo, desenvolvendo trabalhos no Instituto que leva seu nome e que tem sede em Campinas. Integra a Comissão de Atletas da CBAt, eleito pela Assembléia Geral, e o Programa Heróis Olímpicos, mantido pela Confederação, com patrocínio da Caixa Econômica Federal. SERVIÇO: Circuito CAIXA de Maratoninha Dia: 31 de Maio – domingo Horário: 09 horas (pede-se que a criança participante chegue às 8h) Local: Estacionamento do Parque Ecológico Monsenhor Emílio José Salim, na Rodovia Heitor Penteado Assessoria de Imprensa da CAIXA - Regional Campinas Tel.: (19) 3343-4001
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 10h28
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deu no jornal Correio Popular (Campinas)
Criança Livros trazem mensagens filosóficas / LITERATURA / Novidade Michele Médola DA AGÊNCIA ANHANGÜERA michele@rac.com.br
Depois de ouvir histórias de formiguinha, aranha, cigarra, entre outros bichinhos, a joaninha ficou chateada. Achou que era desprezada e que ninguém dava bola para uma joaninha. Se dessem, haveria uma história de joaninha, como há para os outros bichinhos. Foi então que ela decidiu ser outro bicho e tentou se passar por uma formiga. Começou a observá-las e quis trabalhar como elas. Mas, por mais que tentasse, não tinha jeito. Afinal, uma joaninha é uma joaninha. E com o tempo e a ajuda de sua amiga borboleta, ela percebeu que não precisava ser diferente para ter sua utilidade e seu valor.
Toda essa saga é retratada no livro Uma História de Joaninha, da escritora Renata Adrião D’Angelo, recém-lançado pela editora Átomo, junto de outro título da autora, o Peixe Fora D’Água.
Nessa história, Cléo é um peixe de aquário que se descobre no mar. Como e por que ele foi parar no mar? Nem ele sabe. Mas o seu novo amigo, Badá, vai ajudá-lo a desvendar esse mistério. Enquanto isso, os dois brincam e se divertem bastante nesse maravilhoso ambiente do fundo do mar.
Em ambas as histórias, literatura e filosofia se unem para que as crianças tenham oportunidade de fazerem perguntas a si mesmas e conversar sobre a vida. A narrativa, com ilustrações de Adriana D’Agostino, encanta a todos.
“Em todos eles, os personagens estão incomodados com algo e precisam resolver. É dessa forma que as crianças questionam os porquês, os sentimentos”, comenta Renata. Com esses temas, a escritora espera que as crianças experimentem sensações, tendo como valores principais a amizade e a identidade de cada um.
Uma História de Joaninha tem 31 páginas e sai por R$ 18,00 e Peixe Fora D’Água, tem 47 páginas e custa R$ 23,00.
A autora
A escritora Renata Adrião D’Angelo nasceu em São Paulo, mas mora em Campinas há 10 anos. Ela foi convidada pelo filósofo Francisco Evangelista para escrever obras infantis relacionadas à filosofia, mas com conteúdo literário.
Os títulos fazem parte do projeto Histórias que Rendem Boas Conversas, que dá nome à coleção, a ser aplicado nas escolas com crianças entre 6 e 10 anos. Ainda este ano, chegam mais três livros: O Menino e o Dragão, Tem Mesmo uma Bruxa Dentro de Mim? E Como Formigas Caminhando Numa Trilha. >
Escrito por Renata Adrião DAngelo às 10h22
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Saiu na imprensa carioca...
Segunda-Feira, 20 de Abril de 2009 | Esporte em palavras | | | | | | | | Literatura esportiva é uma opção para saciar a curiosidade sobre modalidades e atletas | | | | | | | Por Patricia Pacheco patriciapacheco@oestadorj.com.br
Transportar para os livros a emoção de uma modalidade e dar ao leitor a chance de conhecer detalhes da história e das conquistas de um time ou atleta são desafios dos autores de publicações esportivas. Resultados de anos de pesquisa e dedicação, os livros podem ser de grande auxílio para que crianças e jovens se interessem por um esporte e admirem a trajetória de um ídolo consagrado.
O gênero esportivo brasileiro possui títulos de importância cultural, seja ao falar de modalidades olímpicas ou de futebol, como “O Negro no Futebol Brasileiro”, do jornalista e escritor Mário Filho, cujo nome batizou o estádio do Maracanã. A obra analisa a presença de jogadores negros nos clubes cariocas em uma época de profundos preconceitos. Embora o futebol tenha a preferência do público e um acervo mais amplo, os esportes amadores ganham cada vez mais espaço e publicações nas livrarias.
Com o objetivo de atrair novos leitores, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) firmou uma parceria com a editora Casa da Palavra e criou em 2005 o Selo COB Cultural. Desde então, foram lançados livros para o público infanto-juvenil e adulto esmiuçando modalidades (coleção “O que é”), contando a biografia de atletas e apresentando curiosidades sobre os Jogos Olímpicos.
Segundo a diretora do Departamento Cultural do COB, Christiane Paquelet, a idéia surgiu em função de uma carência de livros em português em áreas como o Marketing Esportivo e Medicina específica de cada esporte, que terá uma coleção - ainda sem nome definido - em breve. “O selo busca dar opções para diversos segmentos, mas as crianças e os jovens são prioridades, pois são os grandes entusiastas da prática esportiva”, disse Paqualet.
A professora e escritora Renata Adrião D’Angelo foi a responsável pela biografia do maratonista Vanderlei Cordeiro de Lima, medalha de bronze em Atenas 2004, intitulada “A Maratona de uma Vida”. Com suporte financeiro e de divulgação do COB Cultural, o livro mostra a trajetória do paranaense desde a infância difícil até a consagração da carreira. Casada com o treinador de Vanderlei, Ricardo D’Angelo, Renata afirmou que a proximidade com o atleta, extremamente tímido, possibilitou a inclusão de passagens que mostram as barreiras superadas por ele com a ajuda do esporte.
Com vários livros infantis publicados, a escritora não considerou difícil a transição para as biografias. “Foi muito bom, pois a sensibilidade que é indispensável no texto infantil foi o ‘tempero’ que acredito ter dado certo diferencial a essa linda história de vida”, comentou. A experiência foi tão positiva que Renata pretende repeti-la e já tem alguém em mente. “Quem sabe a (saltadora e medalha de ouro no Pan-Americano do Rio de Janeiro de 2007) Fabiana Murer? É só um desejo, mas pretendo conversar com ela sobre isso”, antecipou a escritora.
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Escrito por Renata Adrião DAngelo às 10h22
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BRASIL, Sudeste, CAMPINAS, Mulher, de 36 a 45 anos, Portuguese, English, Livros, Arte e cultura
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